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08/01/2019

CONTEÚDO ARH: Grupo de Estudos 2018

A seção CONTEÚDO ARH desta edição é especial. Destacamos aqui o resumo de cada um dos quatro trabalhos apresentados pelos Grupos de Estudo da ARH Serrana. Eles foram desenvolvidos entre março e novembro, abordando assuntos extremamente importantes dentro do rico universo dos recursos humanos. A entrega dos trabalhos ocorreu dia 27 de novembro, com uma homenagem aos pesquisadores e coordenadores

Confira a seguir o resumo de cada trabalho, que podem ser lidos na íntegra AQUI 

MUNDO EM TRANSFORMAÇÃO: Profissional do Futuro na era Digital. Visão de Executivos da Serra Gaúcha para o desenvolvimento deste profissional

Grupo: Ana Maria Bortolon, Eder Varaschin Boeira, Morgana Fackin Castilhos e Vanusa Marcelino Boff.

Coordenadoras: Cristina de Quadros Pirocca e Roberta Tronco Nunes.

“Em tempos de mudanças constantes, se sobressaem aqueles que se antecipam e se adequam com maior velocidade. O profissional de hoje precisa acompanhar estas mudanças e nosso objetivo ao escrever este artigo é entender como os profissionais se desenvolvem para manterem-se no mercado, empregados, vivendo o agora e preparando-se para o amanhã. Para responder a esse questionamento participaram do estudo cinco executivos de empresas da Serra Gaúcha. Através de uma pesquisa exploratória, compartilham suas visões sobre desenvolvimento profissional e perfil ideal do profissional do futuro. Foi constatado ambientes onde o trabalho não é medido pelo tempo de expediente, mas sim pela entrega de resultados. Ficou evidenciado a necessidade de desenvolver competências como o intraempreendedorismo, habilidade de aprender e se adaptar, tomar decisões em um ambiente de incertezas e capacidades inter-relacionais. Apresentamos como o desenvolvimento destas competências estão sendo estimulados pelas empresas, ressaltamos algumas práticas valorizadas pelas organizações, como por exemplo o Autodesenvolvimento, que vem a ser um processo constante onde o próprio indivíduo busca recursos que propiciem a sua evolução e o Reskilling, que é a capacidade de desconstruir um conhecimento já adquirido para aprender algo totalmente novo.”

SST NA ERA DA 4ª REVOLUÇÃO INDUSTRIAL: OS DESAFIOS DE VOLTAR O OLHAR AO SER HUMANO EM MEIO ÀS TECNOLOGIAS PARA MELHORAR A SEGURANÇA E SAÚDE DOS TRABALHADORES

Grupo: Bárbara Daiane Correa, Débora Brandalise Bueno, Maria Elena Cervo, Mariele Rodrigues da Costa, Marlei de Oliveira, Natália Bernardi Valmorbida, Natasha Giacomet, Vanessa Tissiani Borges Gasparin.

Coordenadora: Débora Brandalise Bueno

“Este trabalho tem como objetivo apresentar conteúdos discutidos no Grupo de Estudos de SST - Saúde e Segurança do Trabalho, promovido pela ARH Serrana – Associação Serrana de Recursos Humanos, contribuindo para que seus leitores ampliem a visão de SST para além do cumprimento da legislação vigente, mostrando a necessidade de intervir e investir nos fatores psicossociais do trabalho. Visa debater como a chamada 4ª Revolução Industrial e os fatores psicossociais se relacionam com a segurança e saúde do trabalhador e quais os meios passíveis de utilização das novas tecnologias para a melhoria das condições de trabalho, mirando a prevenção e a promoção da mesma. Para tal, o grupo utilizou como método a pesquisa bibliográfica, estudo de casos reais, levantamento de dados estatísticos e as experiências de cada uma das autoras do artigo, no seu meio laboral, para trazer aos leitores exemplos de aplicações de procedimentos eficazes com o intuito de prevenir acidentes ou doenças relacionadas ao trabalho e promover a saúde integral dos trabalhadores. Através do método de pesquisa aplicado, as autoras traçaram um histórico evolutivo da saúde e segurança do trabalho no tempo, como as práticas evoluíram e promoveram a mudança no meio ambiente coorporativo, gerando maiores possibilidades de adequação procedimental pela utilização de meios tecnológicos. Ao final, foram expostas sugestões de atuação para proteção e promoção da saúde, focados nos fatores psicossociais, fatores estes que tangenciam toda SST.”

A COMUNICAÇÃO INTERNA NA INDÚSTRIA 4.0: O DESAFIO DE MANTER A HUMANIZAÇÃO EM TEMPOS DE AUTOMATIZAÇÃO

Grupo: Andressa Giovana Zanol, Jéssica Amanda Pinto Maciel, Márcia Gimenes de Vargas, Mayara Pires Zanotto e Shayane Matana.

Coordenadora: Shayane Mattana.

“A comunicação interna reforça, mantém e preserva a identidade da organização, impulsionando para as transformações desejadas, preservando sempre a cultura da empresa. Com a transformação digital e a presença de automatização e robotização, sobretudo nos processos fabris, deparamo-nos com novos desafios no que tange à aproximação entre as empresas e seus funcionários. Com o objetivo de compreender qual a contribuição da comunicação interna organizacional no processo de humanização das relações de trabalho, com a chegada da indústria 4.0, este estudo se caracteriza como de caráter qualitativo e teve como estratégia de pesquisa a realização de entrevistas semi-estruturadas em profundidade. Participaram do estudo 10 funcionários de diferentes áreas, em três empresas de Caxias do Sul que possuem processos de automatização. Os principais resultados apontam para uma simplificação da área de comunicação interna como organizadora de informações e disseminadora por meio de ferramentas acerca de ações, bem como, o quanto isso gera oportunidades para explorar a dimensão humana incumbida na comunicação, enquanto ato de natureza humana.”

PRÁTICAS DE AQUISIÇÃO DE TALENTOS POR MEIO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS DA SERRA GAÚCHA

Grupo: Adriana de Souza, Angela Borges, AngelaPolenz, Caroline Rigotti, Cristiano Lemos Teixeira, Flávia Ribeiro, Notwen Barbosa, Rachel Rech, Ramone dos Passos, Uiliam de Castilhos

Coordenadores: Caroline Rigotti e Flavia Ribeiro de Lima

“A aquisição de talentos está entre as principais estratégias das empresas contribuindo para as práticas de gestão de pessoas. Nos últimos tempos, por meio das redes sociais, a internet revolucionou a maneira de selecionar candidatos. No ambiente organizacional, tais redes têm sido utilizadas como estratégia competitiva. Nesse contexto, o objetivo deste trabalho consistiu em analisar os processos de recrutamento e seleção por meio das ferramentas digitais, advindas da inteligência artificial. A pesquisa foi conduzida por meio de um estudo de caso qualitativo com entrevistas enviadas online para os gestores que atuam no processo de seleção em empresas com mais de quinhentos funcionários. Os principais resultados obtidos foram que o Linkedin, o site da empresa e o Facebook são os mais utilizados e que está acontecendo uma mudança cultural na maneira de realizar a seleção, utilizando outras ferramentas digitais como o Recrute e o Gupy. Para os entrevistados que usam os modelos tradicionais como entrevistas coletivas e individuais, apontaram a importância do envolvimento dos gestores para o sucesso da implantação dos aplicativos que utilizam da inteligência artificial para agilizar o processo de aquisição de talentos.”

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