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20/12/2019

Foco no Desenvolvimento Humano

A seção CONTEÚDO ARH desta edição destaca a importância dos Grupos de Estudo, uma  atividade anual oferecida pela ARH Serrana para que seus associados aprimorem o conhecimento e se desenvolvam pessoal e profissionalmente por meio da troca de experiências. A cada ano, diferentes temas são abordados e os resultados das pesquisas são publicados no site da ARH Serrana e divulgados no mailing da Associação e em suas redes sociais.

Neste ano, os projetos foram inspirados no tema Desenvolvimento Humano. Destacamos aqui a apresentação resumida dos quatro trabalhos desenvolvidos entre março e novembro, abordando assuntos extremamente importantes dentro do rico universo dos recursos humanos. A entrega dos trabalhos ocorreu dia 8 de outubro, em um evento de confraternização entre os integrantes dos grupos e seus coordenadores.

Grupo: Juliana Tedesco, Mario Augusto Boeno Thompson, Monique dos Reis Esteves Homem, Rosiane Santos, Sandro Wegner, Valéria Nascimento

Recrutador e seu novo papel diante da transformação digital para aquisição de talentos

O cenário de transformação digital vem se apresentando atualmente como uma constante que instiga adaptação para diversos segmentos, áreas, processos e profissões. Para recrutadores não é diferente, pois tem a função de fazer a ligação entre as necessidades da organização, com os objetivos dos profissionais, suas vivências e competências. (DEVECHI, 2016) O subsistema de Aquisição de Talentos tem sido diretamente impactado em seu cotidiano pelo advento da transformação digital. O próprio conceito de aquisição de talentos vem sendo percebido de maneira diferente dentro da organização, pois se configura em uma área que mensura e avalia resultados de maneira estratégica de acordo com a necessidade da organização. (FOURSALES, 2018) Diante disso, o site RH Portal (2015), traz em artigo que a modernização influenciou o processo seletivo das organizações, trazendo agilidade e customizando conforme as características culturais. Assim torna-se imperativo o reposicionamento do Recrutador em seu papel, pois segundo o site Foursales (2018), em um levantamento realizado pela Harvard Business Review com líderes globais aponta que 94% dos participantes afirmam que a habilidade de adquirir talentos que se adaptem rapidamente às mudanças do mercado será crucial para que suas empresas se mantenham competitivas no futuro.  Através deste estudo pretende-se compreender a perspectiva que recrutadores atualmente possuem sobre seu fazer, considerando principalmente os impactos do uso massivo de ferramentas digitais em seus processos. Entendese que este novo cenário poderá trazer a possibilidade de uma atuação mais estratégica e assertiva para sua organização.

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Grupo: Aline Andreia de Gasperi, Aline Luiza Haas, Cristiane de Oliveira Motta, Eveline Vidor dos Passos Fucks, Fabieli Priscila Barasuol, Graziela Casara, Karine de Oliveira Conrado e Vanessa da Silva Sousa

Análise do Case Soprano A Importância da Comunicação no Engajamento dos Públicos com o Propósito

Posicionamento de marca já é utilizado pelo marketing há muito tempo, mas ele começou a ser inserido no contexto interno das organizações a partir da entrada do endomarketing e da comunicação interna. Voltada ao público interno das organizações, a comunicação para dentro tem a função de transformar o comportamento desse público a favor da empresa em que trabalham. O posicionamento de marca recebe mais força quando alinhado ao propósito da empresa. Sua razão de existir, aquilo que dá sentido a um trabalho, se torna um diferencial de marca, posicionando a empresa perante o mercado. Este trabalho tem como base de estudo de caso das estratégias de comunicação da empresa Soprano na divulgação do propósito e posicionamento de marca, que aconteceu em 2018 e se mantém constante até hoje. O objetivo principal deste trabalho é entender o papel da comunicação no engajamento dos colaboradores com o propósito.

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Grupo: Débora Brandalise Bueno, Mariele Rodrigues da Costa, Ângela Cristina Brescovit, Cíntia DosciattiLonghi, Fabiana Bigolin, Carine Ferraz Taborda, Leidiane Aguiar da Silva Bittencourt Carneiro, Luciano Amaral Rosa, Maicon Luiz Andreis, Renata Mant ovani, Simone Straliotto

Cultura Prevencionista: dos desafios da implantação aos resultados para a vida

Na busca por um negócio sustentável é fundamental que as questões relativas à Segurança e Saúde no Trabalho – SST, façam parte do planejamento estratégico das organizações. Atualmente o cenário econômico está mais competitivo e globalizado, sendo cada vez mais importante investir no capital humano e, segundo Pontes: “É de extrema importância que as empresas ou qualquer estabelecimento que admita um trabalhador entendam a necessidade de gerenciar os riscos que envolvem a atividade desenvolvida e cumpram com seu papel de promover a segurança e saúde nas atividades laborais informando os riscos, bem como dos procedimentos e obrigações do trabalhador, promovendo a educação profissional e desenvolvendo a cultura Prevencionista. Pois, a prática da prevenção será um investimento pela redução de acidentes ou quaisquer incidentes potenciais de acidentes no trabalho” (PONTES, 2018). Segundo Gardinalli et al Pontes (2018), micro e pequenas empresas são afetadas quando ocorre a falta de adoção de medidas prevencionistas, a partir de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho. Os acidentes possuem custo total dado pela soma de duas parcelas: custo direto, relacionado a situações que envolvem a Previdência Social, e a outra, custo indireto, que são aqueles custos não segurados e não programados. Além desses, existem também os custos resultantes da sociedade, que afetam diretamente o crescimento do país, como por exemplo benefícios previdenciários, redução da população economicamente ativa, aumento da taxa securitária, aumento de impostos e taxas. Sendo assim, diante de tantas mudanças que o mundo do trabalho está passando, as organizações que não reconhecem esse Saúde e Segurança do Trabalho e a Cultura Prevencionista como valores, podem não ser capazes de interpretar as transformações como oportunidades. Para diminuir esses custos e perdas advindo de uma cultura organizacional não pautada na SST e prevenção, é preciso realizar um trabalho de educação ao funcionário a partir de palestras, treinamentos, conscientização, educação e sensibilização para a vida. . Assim, a tendência é que ele se sinta seguro a partir das vivências proporcionadas pela empresa, não tratando a segurança como um incômodo.

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Grupo: Ana Maria Bortolon, Ariadne Corcini, Edson Gomes Lorenze tti, Eloísa Teresinha Misturini, Jaime Paulo Homem, Janaína Sartori, Juliana Brambatti da Silva, Lucia na Rodrigues  Zarro, Nara Camargo Leite da Silva, Rochele Pagnoncelli, Rosiméri Bertin, Sônia Adr iana Rech e Tainá Cahupezinski

Protagonismo de Carreira: O Papel do RH na Transformação Cultural e suas Características

A economia, o mercado e as gerações mudaram e em virtude disso, as empresas modificaram a forma de conduzir seus negócios. Na era da tecnologia e da inovação, as pessoas vivem um momento ímpar de acesso às informações e de maior consciência sobre seus direitos e deveres. Neste contexto, as empresas precisaram transformar a cultura paternalista para uma cultura de accountability – expressão que significa protagonismo, autonomia e coragem, exigindo competências que vão além das tradicionais, onde ser protagonista de sua própria carreira é uma das principais características dos profissionais bem-sucedidos e requeridos nas empresas. A palavra protagonismo, amplamente utilizada na dramaturgia, remete ao personagem principal no qual a trama se constrói, aquele que conhece e entende quais são os seus valores, sabe quais atividades se sai melhor, que consegue adaptar sua carreira ao contexto de mercado e ao seu propósito. Para Marques (2019) “os protagonistas estão sempre à frente, adotam medidas práticas para atingir seus objetivos tanto na carreira profissional quanto na vida pessoal”. Savickas (1997) define como protagonismo de carreira “a competência de construir sua trajetória e lidar com as transformações do mercado”. “A essência da adaptabilidade de carreira está no protagonismo que o indivíduo deve ter sobre sua vida profissional” (SOUTO, 2016). Assim, as empresas preocupadas em virar a chave têm procurado alternativas para estimular o protagonismo através do desenvolvimento de pessoas, considerando que elas são o principal ativo de uma companhia. O presente artigo pretende através de pesquisa de práticas entre empresas, mostrar quem são esses profissionais dentro da organização, quais as estratégias, programas ou ações utilizadas para fomentar o protagonismo de carreira e, principalmente, qual o papel do RH na trans-formação da cultura de protagonismo.

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Participe em 2020!

Os Grupos de Estudo são direcionados para todos os sócios físicos ou jurídicos (todos os funcionários de empresas associadas) e sócios estudantes da ARH Serrana. Em 2020, serão abordadas as seguintes temáticas:

  • Cultura e Propósito
  • Inovação e Métodos ágeis
  • Desenvolvimento Humano
  • Novas Formas de Trabalho e
  • Reconhecimento/Remuneração
  • Saúde e Segurança do Trabalho

- Os grupos terão duração de sete meses, com início em março e conclusão em setembro.

- Os encontros serão quinzenais, com duração de duas horas, no período da noite, e ocorrem em locais e dias definidos pelo grupo.

- Um coordenador e um mentor conduzem o grupo seguindo as etapas definidas pelo Departamento de Desenvolvimento da ARH Serrana.

- O Grupo de Estudo será composto inicialmente por breves pesquisas e apresentações de temas de interesse que gerem discussões e explanações, visitas técnicas e participações de convidados.

- A produção final de cada grupo será a elaboração de um artigo para a Revista da ARH Serrana.

Benefícios para os participantes

- Divulgação das produções no site da ARH Serrana.

- Certificado de participação para aqueles que obtiverem 75% de presença e entregarem o material de pesquisa.

- Sorteio de cinco inscrições (uma para cada grupo) para o Fórum de Gestão de Pessoas, para aqueles que obtiverem 100% de presença no primeiro semestre (ano vigente).

- Cinco inscrições (uma para cada grupo) em cursos abertos, de até 8 horas de duração, da grade anual de treinamentos da entidade, para os participantes que tiverem 100% de presença nos encontros do seu grupo (fechamento do ano).

Inscreva-se:

arhserrana.com.br/via-de-acesso/

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